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orouxinoldaresistencia

POESIA E MÚSICA DA RESISTÊNCIA

orouxinoldaresistencia

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Out16

Uma vergonha, mais uma que não terá consequências.

António Garrochinho




Antonio Boronha partilhou o vídeo de Global Virtual Solutions.

Uma vergonha, mais uma que não terá consequências.
Então não é que a 'Caravela Boa Esperança', réplica da caravela portuguesa da fase inicial dos 'Descobrimentos', alienada temporariamente(?) pelo senhor Desidério, patrão do turismo algarvio e dos turismo portugueses, em condições que ninguém conhece, aos espanhóis, rebentou com o pontão 'Duques de Alba, em Vigo, há um par de dias???!!!...
Quem diria que o Miguel de Vasconcelos tinha deixado descendência, nascida no concelho de Albufeira?...
Tenham vergonha na cara, palhaços!
https://www.facebook.com/GVStv/videos/1215476811858279/

VÍDEO



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20
Out16

LÍBIOS MANIFESTAM-SE EM APOIO À RUSSIA E A PUTIM POR OS DEFENDER E COMBATER O DAESH E O TERRORISMO APOIADO PELO OCIDENTE

António Garrochinho





VÍDEO





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20
Out16

PCP APRESENTOU NOVA PROPOSTA PARA PARA TRAVAR AS DEMOLIÇÕES NA RIA FORMOSA

António Garrochinho


Ontem, dia 19 de outubro, o Partido Comunista Português (PCP) apresentou na Assembleia da República um Projeto de Resolução visando travar as demolições nas ilhas-barreira da Ria Formosa, o qual será discutido e votado, em sessão plenária, no próximo dia 27.

Além deste objetivo imediato, a iniciativa legislativa do PCP «visa ainda recomendar ao Governo que reconheça o valor social, económico e cultural dos núcleos urbanos das ilhas-barreira da Ria Formosa; que inicie um processo de diálogo com as comunidades locais das ilhas-barreira da Ria Formosa; proceda à requalificação de todos os núcleos urbanos e dos espaços balneares das ilhas-barreira da Ria Formosa; proceda à requalificação do sistema lagunar da Ria Formosa; e apoie as atividades económicas desenvolvidas na Ria Formosa».

Em dezembro de 2015, o Grupo Parlamentar do PCP já havia apresentado na Assembleia da República, um Projeto de Resolução sobre esta matéria, o qual, tendo em conta a nova composição da Assembleia da República, resultante das eleições legislativas de outubro de 2016, poderia ter sido aprovado, pondo fim, definitivamente, ao processo de demolições na Ria Formosa. Efetivamente, os partidos que anteriormente haviam votado a favor dos projetos de resolução do PCP – PS, PCP, BE e PEV – passaram a dispor de uma maioria de deputados.

Contudo, este Projeto de Resolução foi rejeitado, já que o PS alterou o seu sentido de voto, optando por uma abstenção, quando anteriormente havia votado a favor. Tal incoerência por parte do PS constituiu motivo de profunda preocupação por indiciar uma mudança de posição relativamente às demolições nas ilhas-barreira da Ria Formosa.

Esta mudança de posição veio a confirmar-se recentemente. No passado dia 27 de setembro, ao mesmo tempo que na Assembleia da República o Ministro do Ambiente afirmava que nada estava decidido relativamente às demolições, no Algarve a Sociedade Polis Ria Formosa avançava para a tomada de posse administrativa de habitações das ilhas-barreira da Ria Formosa para, seguidamente, proceder à sua demolição coerciva.

Desta forma, o PS, «rompendo os seus compromissos com as populações, assumidos antes das eleições legislativas de outubro de 2015, prossegue o processo de demolições iniciado pelo anterior Governo PSD/CDS, visando a expulsão das comunidades locais das ilhas-barreira da Ria Formosa para, mais à frente, entregar este valioso património aos grandes interesses ligados ao setor imobiliário e turístico para que estes o explorem em seu benefício. Contrariamente a outros, o PCP honra os seus compromissos. Mantemos hoje aquilo que dissemos antes das eleições. Aquilo que defendemos no Algarve é aquilo que fazemos em Lisboa, na Assembleia da República. Estamos, inequivocamente e sem subterfúgios, ao lado das populações na sua persistente e corajosa luta, pelo que apresentamos a presente iniciativa legislativa visando o fim imediato das demolições nas ilhas-barreira da Ria Formosa», diz o PCP em nota de imprensa.

barlavento.pt



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Out16

Fez cinco anos sem Kadhafi: o 'fenómeno' cuja morte arruinou Líbia

António Garrochinho


 Fez cinco anos desde que o líder líbio foi morto a sangue frio perante câmeras de celulares e com o consentimento dos países que participaram da campanha antilíbia de 2011. 

O coronel Muammar Kadhafi liderou o país por 42 anos. A guerra civil que se iniciou no momento de sua morte continua há já cinco anos. Todas as tentativas de criar órgãos de governação fracassaram, a economia está arruinada. A crise foi substituída pelo caos, que ameaça toda a região, e isso se tornou no resultado da tentativa das potências ocidentais para alterar a organização política dos países africanos. 

A Sputnik Árabe falou com o jornalista favorito do líder líbio, Abdel Baset bin Hamel. "A experiência líbia, que continuou por 42 anos sob o governo de Muammar Kadhafi, permanecerá como parte incomparável da história do país. O país passou de forma regular por reformas, porque de vez em quando surgiam problemas na educação, saúde ou infraestrutura. Entretanto, a razão da crise de hoje foi provocada por o país ter começado realizando mudanças (depois dos acontecimentos de 2011), mas não pelas mãos líbias, impostas do exterior com o consentimento internacional. O que aconteceu no país pode ser descrito como a realização dos objetivos individuais das grandes potências", disse.  

Segundo ele, em 2011 todos falavam sobre a proteção dos civis. Foi aprovada uma resolução que permitiu a 43 países usarem seus arsenais contra infraestruturas para derrotar o regime de Kadhafi. "O fato de a operação em grande escala contra a Líbia não ter visado resolver a crise é evidente, pois os líbios são mortos em Sirte e Benghazi como vacas. 

Além disso, depois dessa operação militar o povo líbio foi privado de bilhões de dólares." O jornalista afirmou que Kadhafi foi o único homem que propôs unir a África e criar um exército africano único. Ninguém queria prestar atenção ao fato de que no país havia jovens que se manifestaram de forma pacífica nas ruas da Líbia. 

Foram usados nos interesses dos países ocidentais para desencadear o conflito. Hillary Clinton, a atual presidenciável norte-americana, esteve envolvida no mecanismo que visava derrotar Kadhafi. "O que aconteceu não foi uma revolução, mas uma catástrofe para os líbios por causa da qual eles continuam sendo mortos. A Líbia se tornou o estado mais fracassado em todas as áreas", afirmou o favorito de Kadhafi. 

Entretanto, o ex-embaixador soviético na Líbia, Oleg Peresypkin, destacou que a morte de Kadhafi não foi uma execução por decisão do tribunal, mas um crime, e é pouco provável que ele seja investigado no futuro. "Muammar Kadhafi foi capturado em resultado de uma operação especial da OTAN, depois foi revendido de um grupo de bandidos a outro, competindo eles pelo direito de matá-lo. Não saberemos a verdade durante muito tempo, mas mais cedo ou mais tarde ela será apresentada ao mundo", disse Sergei Baburin, presidente do Comitê russo de solidariedade com os povos da Líbia e Síria. Peresypkin afirmou que a razão para a intervenção na Líbia teve caráter econômico. 

Segundo fontes diversas, disse ele, cerca de $ 180 bilhões de Kadhafi estavam investidos em ações na Europa Ocidental e nos EUA. "É claro que agora todo o dinheiro foi confiscado, bem como numerosos bens imóveis", disse o diplomata.

Uma das razões para a eliminação de Kadhafi foi o medo perante uma alternativa social de jamahiriya pouco compreensível para o Ocidente. Ela não correspondia ao modelo de democracia ocidental porque se baseava em tradições populares árabes com muitos anos. "Kadhafi conhecia aspetos específicos do seu país, conhecia a estrutura de relações entre as tribos. 

Não tínhamos divergências na comunidade, entre as tribos e os blocos políticos", disse Abdel Baset bin Hamel, acrescentando que o líder líbio foi capaz de encontrar compromissos, tinha qualidades de líder, era um "fenômeno". 

O especialista em estudos árabes afirmou que o país precisa de um governo forte para se salvar da desintegração completa. Talvez o melhor governo para a Líbia seja um governo militar.

https://br.sputniknews.com


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Out16

ESTE É O VÍDEO MAIS NÍTIDO SOBRE AS TORRES GÉMEAS NOS USA NO DIA DA CATÁSTROFE

António Garrochinho




VÍDEO


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Out16

FOTOS TIRADAS NO MOMENTO PERFEITO

António Garrochinho






www.humordaterra.com

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Out16

O NOVO BIKINI JAPONÊS

António Garrochinho





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Out16

Pedreira diz que derramar pó no rio Ave "é normal"

António Garrochinho




A empresa responsável pelo pó de pedra que na quarta-feira foi parar ao rio Ave disse que o derrame nesta altura do ano "é normal" devido à água das primeiras chuvas.

Ontem, os moradores das freguesias de Donim e Gondomar denunciaram que o rio corria branco e que uma grande descarga de pó de pedra tinha sido feita durante a madrugada. O JN seguiu o curso de poluição inverso, desde o confronto com o rio até à origem, e facilmente se percebia que a origem estava na pedreira Superinertes, de Gondomar.

António Lopes, dono da pedreira, confirmou ao JN que o pó de pedra veio dali mas considerou a situação "normal". O responsável explicou que "foi a água das primeiras chuvas" que limpou as estradas da pedreira atingiu a lagoa de retenção, o que "criou arrastamento" até ao rio.

Como o curso de água vai com o caudal baixo, acrescenta António Lopes, "qualquer coisinha de nada suja logo". Questionado sobre se todos os inícios de Inverno este fenómeno vai acontecer, o responsável assume que "é possível que sim" e que "é natural que isso aconteça".

DESCARGA DE PÓ DE PEDRA JORROU DURANTE HORAS NO RIO AVE



Ontem de manhã, o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR esteve no local e recolheu provas da descarga. O JN sabe que foi levantado um auto de notícia que foi prontamente enviado para a Agência Portuguesa do Ambiente. É a esta entidade que cabe aplicar a multa ou processo criminal, sempre que haja evidências para isso.

A Superinertes é uma das empresas com histórico de descargas poluentes no Ave. O JN sabe que há pelo menos dois processos relativos a esta empresa na Agência Portuguesa do Ambiente, relativos a 2014 e 2015. A empresa foi fiscalizada em setembro do ano passado pela Direção-Geral de Energia e Geologia do Norte, Câmara de Guimarães, GNR, Agência Portuguesa do Ambiente e a Administração Regional de Saúde.

Da fiscalização resultou um "ultimato" onde foram dados 30 dias para corrigir anomalias sob pena de encerramento de atividade. A empresa nunca encerrou e argumentou ter corrigido as anomalias.


http://www.jn.pt

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Out16

Baixa de Faro ameaçada pela degradação da doca

António Garrochinho


A degradação da Doca de Faro, a nível estrutural, está a provocar abatimentos nas ruas da Baixa. Os mosaicos de pedra, que servem para impermeabilizar a doca, caíram em alguns locais e a água está a infiltrar-se no subsolo. Rogério Bacalhau, presidente da Câmara de Faro, está preocupado com a situação e diz que o equipamento não pode esperar dois ou três anos por uma obra, que é da responsabilidade da Docapesca.
«Há duas semanas, arranjámos um abatimento, causado por infiltrações, na curva onde se vira para o Jardim Manuel Bívar. Há um problema estrutural: as paredes da doca estão degradadas, as lajetas caíram e a água está a infiltrar-se. Estamos a notar pequenos abatimentos, mas não sabemos o que vem a seguir. Numa ótica de recuperação, mas também de prevenção, temos de intervir rapidamente», revelou Rogério Bacalhau ao Sul Informação.


O problema é que, segundo o autarca, a Docapesca não prevê uma intervenção a curto prazo: «comunicámos isso à Docapesca e foi-nos respondido que haveria intervenções quando houvesse um investidor para a construção da doca exterior, que também vai gerir este este espaço. Comunicámos que não aceitávamos isso, que era preciso haver já uma intervenção, porque este processo pode levar dois ou três anos: lançar o concurso no próximo ano, que levará no mínimo um ano, se as coisas correrem bem, iniciar a obra… Mas aquele equipamento não pode esperar tanto tempo, sob pena de termos ali problemas gravíssimos, que irão necessitar de uma intervenção muito superior».
Para Rogério Bacalhau a situação da Doca de Faro, no centro da cidade, «é triste, não pelo estado em que está, mas pelo estado a que chegou. Se está assim é porque, durante anos e anos, durante décadas, nunca se investiu na manutenção daquele equipamento. Foi votado ao completo abandono. Há problemas de sujidade, mas também de mobilidade. Quando a Ria está baixa, os barcos ficam “em seco”, pondo em causa condições de segurança das próprias embarcações».
Concurso para a nova doca de recreio para lançar no início de 2017
A solução para os problemas de manutenção da Doca de Faro está intimamente ligada à nova doca exterior de Faro, um processo «que está com a Docapesca e que temos vindo a acompanhar e a dar apoio dentro das nossas competências, em particular arranjo urbanístico», explica Rogério Bacalhau.
Segundo o autarca, «houve uma reunião na CCDR há duas semanas, para análise do RECAPE (Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução). Logo que esteja aprovado, pode-se passar à elaboração das peças do concurso, para lançá-lo. Espero que, no início do próximo ano, possa ser lançado, para escolher o investidor que vai construir a nova doca de recreio e que vai fazer a manutenção da outra».
O Sul Informação contactou a Docapesca para saber quais os planos de intervenção na Doca de Faro, a curto prazo, mas, até ao momento, ainda não recebeu resposta.

www.sulinformacao.pt

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Out16

Novo imposto sobre o património garante Segurança Social até para lá de 2040

António Garrochinho



A garantia foi dada por António Costa durante uma sessão de esclarecimento sobre o OE2017. Compromissos com a esquerda e com as instituições europeias são para cumprir este e no próximo ano.


António Costa diz que as receitas do novo imposto sobre o património imobiliário, que o Governo quer utilizar para reforçar a sustentabilidade da Segurança Social, vão permitir alargar o período de equilíbrio do sistema até depois de 2040.

Este fim de semana, em entrevista TSF/DN, o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, já tinha dito que o imposto iria permitir alargar a sustentabilidade do sistema em seis anos.

Esta quarta-feira, durante uma sessão de esclarecimento sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2017, o primeiro-ministro garantiu que o sistema está seguro, pelo menos, durante cerca de 30 anos.

"Esta receita gerada com este adicional do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) permitiu alargar em seis anos o equilíbrio do nosso Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social para mais de metade da década de 40 deste século", disse António Costa.

REGISTO AUDIO



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António Costa defende novo imposto do IMI
António Costa sublinha que o novo imposto não se trata de uma receita extraordinária para pagar aumento de pensões, mas sim de uma fonte de receita para fortalecer o fundo - e deixa críticas ao Governo PSD/CDS-PP.

"O que a direita se propunha era manter a sobretaxa até final da legislatura, tal como mantinha os cortes nos vencimentos, nas pensões, e até teria feito este ano um novo corte de mais 600 milhões de euros nas pensões em pagamento. A nossa opção foi outra", sublinhou.

Orçamento feito num quadro de "maior confiança"

António Costa afirmou, durante a sessão de esclarecimento, que o Orçamento para 2017 surge num contexto de "maior confiança", após "sucessivas provas" a que o Governo foi sujeito ao longo deste ano, mas também num quadro de maior exigência.

Sem nunca se referir diretamente às múltiplas negociações que o seu executivo teve com Bruxelas ao longo deste ano, o primeiro-ministro defendeu que a proposta de Orçamento do próximo ano "desenvolve-se num contexto de maior confiança".

António Costa salientou, no entanto, que, à medida que o Governo progride na legislatura, o exercício orçamental "vai sendo também cada vez mais exigente".

Perante uma plateia composta por algumas dezenas de pessoas, o primeiro-ministro assegurou que, quer em 2016, quer em 2017, vai ser possível cumprir os compromissos.

"Tal como fizemos este ano, em que conseguimos cumprir todos os compromissos, para o ano também iremos cumprir os nossos compromissos com a Europa, com os nossos parceiros e com os nossos cidadãos", garantiu.

www.tsf.pt

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Out16

Marcelo encontra-se com Fidel Castro em Cuba

António Garrochinho


O encontro está marcado para diz 26 de outubro. Fidel Castro aceitou o pedido do Presidente da República de Portugal.




O Presidente da República inicia na próxima terça-feira uma visita de Estado de dois dias a Cuba. Pediu um encontro com o líder histórico da revolução cubana e Fidel Castro aceitou.

Ir a Cuba e não ter um encontro com Fidel Castro, seria o equivalente para Marcelo Rebelo de Sousa a ir a Roma e não ver o Papa. Mas com o líder histórico cubano, o caso é um pouco mais complexo. Com 90 anos completados em agosto, Fidel Castro luta contra um doença nos intestinos que o foi afastando progressivamente da vida política desde 2006, até ao afastamento total e passagem de testemunho para o irmão Raúl em 2008.

Os encontros com o líder da revolução cubana não fazem parte dos programas oficiais. Quem visita Cuba e quer encontrar-se com Fidel Castro, normalmente, solicita esse encontro às autoridades cubanas e fica a aguardar resposta. Foi exactamente isso que Marcelo Rebelo de Sousa fez. Ao que o DN e a TSF apuraram, no planeamento da visita de Estado a Cuba, o Presidente da República solicitou esse encontro e a resposta que obteve foi positiva. O encontro entre Marcelo Rebelo de Sousa e Fidel Castro deve acontecer na próxima quarta-feira, dia 26, no primeiro dia de programa oficial em Havana. Depois do almoço, numa parte do programa que deverá ser reservada, Marcelo desloca-se até à casa onde reside Fidel Castro para um encontro a sós. Ninguém da comitiva está autorizado a entrar com o Presidente. No final deverá ser divulgada uma fotografia dos dois que, em princípio, será tirada pelo filho de Fidel Castro. Tudo isto se o estado de saúde de Fidel o permitir.



Anselmo Crespo e a agenda de Marcelo em Cuba

REGISTO AUDIO



As aparições do líder da revolução cubana têm sido cada vez mais raras. A última foi em Abril deste ano, no encerramento Congresso do Partido Comunista Cubano. Visivelmente debilitado e perante uma plateia de 1300 militantes comunistas, Fidel Castro assumiu que provavelmente não voltaria a pisar aquela sala e que nunca pensou viver tantos anos.

www.tsf.pt

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Out16

Madonna oferece sexo oral em troca de votos em Hillary

António Garrochinho





A cantora, que garante que é "muito boa" a fazer sexo oral, continua a fazer campanha por Clinton como pode

A cantora Madonna prometeu esta terça-feira realizar atos sexuais a quem votar em Hillary Clinton nas eleições presidenciais, em frente ao público da comediante Amy Schumer. A estrela da pop fazia a abertura do espetáculo da humorista em Nova Iorque e aproveitou para fazer campanha pela sua candidata.

Como se a aparição em palco de Madonna no espetáculo de comédia não fosse suficiente para animar o público, as suas declarações causaram ainda mais euforia. "Só mais uma coisa antes de apresentar este génio da comédia", começou por dizer Madonna. "Se vocês votarem em Hillary Clinton, eu faço-vos sexo oral. Ok?", perguntou depois a cantora de 58 anos.

VÍDEO



A audiência reagiu com gritos e palmas e Madonna continuou: "Eu sou muito boa a fazê-lo. Eu não me apresso, faço contacto visual."

Madonna, que lançou o álbum Rebel Heart no ano passado, é uma apoiante convicta de Hillary Clinton e não é a primeira vez que faz campanha publicamente pela democrata. No mês passado a cantora publicou no Instagram fotografias em que aparece nua e disse que o fez para apoiar Clinton.



Após a apresentação de Madonna, subiu ao palco Amy Schumer, naquele que foi o primeiro espetáculo da comediante depois do de Tampa, onde cerca de 200 pessoas saíram a meio, por não concordarem com as piadas sobre Donald Trump.

VÍDEO

Durante o espetáculo, Amy Schumer leu uma carta dirigida aos fãs de Trump que vaiaram e abandonaram o seu último espetáculo. "Querida Tampa, Lamento que vocês não me queiram - uma comediante que fala sobre aquilo em que acredita e sobre a coisa mais importante que está a acontecer no nosso país agora", disse Schumer.


"Como poderia pensar que estava certo passar cinco minutos a ter uma conversa pacífica com alguém que tem uma opinião diferente? Quero que todos saibam que depois deste espetáculo vou diretamente para uma clínica de reabilitação"

Amy Schumer acrescentou depois que mal podia esperar por ver aquela discussão política acabada, quando a "Hillary Clinton for a m**** da presidente".

www.dn.pt

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Out16

Embaixador do Iraque paga 12 mil euros a hospital

António Garrochinho




Pagamento das despesas de internamento e cirurgias visto como ato de boa vontade. 

O embaixador do Iraque em Portugal, cujos dois filhos - beneficiários de imunidade diplomática - confessaram ter agredido brutalmente Rúben Cavaco, de 15 anos, pagou perto de 12 mil euros ao Hospital de Santa Maria pelos tratamentos à vítima, que esteve internada duas semanas em estado muito grave. 

O menor esteve em coma induzido e foi submetido a cirurgias à cabeça. Segundo apurou o CM, o valor pago pelo diplomata Sadd Mohammed Ali refere-se ao total da fatura hospitalar, que inclui as despesas dos 16 dias de internamento de Rúben e as cirurgias plásticas e reconstrutivas. 

O ato do embaixador está a ser encarado pela família de Rúben como um gesto de boa vontade. No entanto, não abdicam de levar os agressores à Justiça e também de um processo civil tendo em vista uma indemnização. Segundo familiares, o jovem de Ponte de Sor "tem de receber aquilo que lhe é devido pelos danos que sofreu". Rúben Cavaco continua em Ponte de Sor a recuperar dos ferimentos e traumas provocados pelo brutal espancamento de que foi alvo na madrugada de 17 de agosto pelos dois gémeos Haider e Ridha, de 17 anos. 

Os familiares da vítima temem que as agressões lhe tenham deixado sequelas físicas e psicológicas. Aguardam agora pelo desfecho do pedido de levantamento da imunidade diplomática dos dois agressores. 

O Ministério dos Negócios Estrangeiros deu até amanhã como data limite para o governo iraquiano se pronunciar. Caso não seja levantada a imunidade aos dois jovens iraquianos, estes poderão ser declarados ‘persona non grata’ e expulsos de Portugal. 

Essa possibilidade deixou a família de Rúben revoltada. No início da semana, a mãe, Vilma Pires, referiu que se forem expulsos será "uma nova agressão ao filho, à Justiça portuguesa e aos portugueses". Isto porque a família exige que os filhos do embaixador sejam julgados.

http://www.cmjornal.pt/

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Out16

SNS vai ter 34 novos centros de saúde no próximo ano

António Garrochinho

SNS vai ter 34 novos centros de saúde no próximo ano






Valor das obras ultrapassa os 34 milhões de euros. Maioria serão novas unidades, restantes receberão centros de saúde que precisam de novos edifícios

O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, está esta quarta-feira na Comissão Parlamentar de Saúde a pedido do PSD, para justificar o despacho publicado a 28 de setembro que obriga os hospitais do SNS a pedirem autorização do ministério sempre que quiserem fazer compras.

Em resposta, garantiu que não há limitações e que estão a ser feitos investimentos. Como a construção de 34 centros de saúde no próximo ano, a maioria dos quais novas unidades, num valor superior a 34 milhões de euros. "Estão a ser assinados 34 protocolos com as autarquias para o lançamento da maior vaga de construção de centros de saúde e de unidades de saúde familiar", disse o ministro, dando este como um dos vários exemplos que o investimento está a ser feito. Vários acordos já estão a ser assinados com as câmaras municipais, mas as obras só estarão concluídas em 2017.

"A região de Lisboa e Vale do Tejo receberá mais de metade, porque era a região menos valorizada em edifícios para os cuidados de saúde primários no país. Estas construções, a maioria serão para novas unidades. As restantes são remodelações. Em média, cada um destes centros custará mais de um milhão de euros", adiantou o secretário de Estado da Saúde, Fernando Araújo, explicando que este investimento usa verbas de fundos europeus e que os protocolos com as câmaras permitem que a construção seja mais célere. "Muitas vezes os terrenos são das câmaras, o processo de construção é mais rápido e o processo fiscal também tem benefícios", adiantou ainda o secretário de Estado.

Sobre o despacho que levou o ministro ao Parlamento, foi Miguel Santos, deputado do PSD, que abriu o debate, criticando o documento publicado a 28 de setembro, um dia depois de Adalberto Campos Fernandes ter sido ouvido na Comissão de Saúde. "Este despacho não é nenhuma orientação. É uma determinação absoluta e imperiosa. Estamos perante despacho que congela o investimento, tira a autonomia dos hospitais ao contrário do que sempre afirmou", disse Miguel Santos, que deixou a pergunta: "Vai o governo voltar atrás na decisão?"

Para contrariar a ideia de limitação, o ministro da Saúde afirmou que no final deste ano os resultados do SNS serão muito melhores do que em qualquer um dos quatro da anterior legislatura. E garantiu que não há limitações nos hospitais. "O governo está determinado para que não haja agravamento dos prazos de pagamentos. Verificou-se no ano passado, mais do que nos anteriores, talvez por um período de vazio do executivo, que existiram aquisições maiores de serviços muito acima da média. O que o governo fez foi dizer que deviam ser garantidos os stocks de segurança, mas com prudência da assunção de compromissos. Passados três semanas nem o diabo, nem o caos, nem a paralisia", afirmou.

Mudanças para incentivar mais exames no SNS

Contestando sempre a existência de limitações, Adalberto Campos Fernandes reafirmou que "em nenhum momento o despacho condicionará o funcionamento normal dos hospitais". Lembrou que no próximo ano a saúde contará com mais 370 milhões de euros.

Em tom de balanço, falou dos resultados que espera ter no final do ano. "Na área da política do medicamento teremos a maior percentagem de biossimilares, a maior quota de genéricos, a maior redução do preço médio, mais doentes tratados, maior número de doentes com médico de família. Esperamos que no final do ano apenas cerca de 500 mil utentes não tenham médico de família. Temos um maior número de cirurgias, menor mediana de tempo de espera e de inscritos. Há mais utentes isentos de taxas moderadoras, temos um valor histórico de transplantes, o maior número de profissionais no SNS. Pela primeira vez, o número de enfermeiros ultrapassa os 40 mil", enumerou.

Na comissão, o ministro da Saúde anunciou mudanças para incentivar a realização de mais atos dentro do SNS, como a criação de incentivos para a realização de exames e meios complementares de diagnóstico. Ao que foi possível apurar, esta matéria ainda está em discussão, não sendo para já possível dizer como e quais serão esses incentivos que irão colocar os hospitais a fazer mais exames e recorrer menos ao setor convencionado.

Para reforçar a mensagem, Adalberto Campos Fernandes, adiantou que irá discutir com os sindicatos médicos o valor das horas extraordinárias para o próximo ano - o orçamento para 2017 prevê um pagamento superior para os profissionais de saúde que trabalham nas urgências e cuidados intensivos, levando a um menor recurso às empresas de prestação de serviços e "provavelmente a uma redução dos preços".

Acrescentou ainda que mais 12% dos utentes escolheu um hospital que não é o da zona geográfica. "A escolha da urgência é mais feita pelos tempos de espera publicados do que pela zona geográfica. As urgências do hospital de Santa Maria cresceu 12%, doentes que antes iam ao Centros Hospitalar Lisboa Central e ao Amadora-Sintra".

www.dn.pt


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