Não é a primeira vez que acontece. Creio que a pioneira foi uma deputada do Podemos.
Amamentar uma criança no Parlamento até pode ser perfeitamente normal. Nada tenho contra. Não venham é confundir as coisas, alegando que a deputada não tinha oura solução e depois derivar para discussões sobre a maternidade e desigualdade no tratamento das mulheres.
É que se formos por aí, então eu sinto-me no direito de perguntar se os direitos da criança foram respeitados. Ou se também é normal um(a) deputado(a) subir ao púlpito enquanto come uma sandocha e discursar com a boca cheia.
Mas não pergunto, porque ainda me arrisco a receber respostas afirmativas.
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